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Da preparação à performance: como Tom Burt dá vida às corridas — e à segurança em primeiro lugar — nas pistas.

Da preparação à performance: como Tom Burt dá vida às corridas — e à segurança em primeiro lugar — nas pistas.

Para Tom Burt, correr não é apenas um hobby — é uma paixão de toda a vida, moldada pela curiosidade precoce, influência familiar e anos de preparação disciplinada. Agora, enquanto se prepara para competir no Memorial Monster Majors/Double SARRC No Carolina Motorsports Park em Kershaw, Carolina do Sul, nos dias 23 e 24 de maio de 2026, essa paixão ganhou um novo significado — com a Security First Insurance presente nessa jornada.

Sua jornada começou de uma forma inesperada. Quando criança, Tom admite que não se interessava por leitura — até que sua mãe lhe deu revistas de carros. Aquele simples momento despertou algo duradouro. Ele começou a devorar o conteúdo, memorizar especificações e desenvolver uma profunda fascinação por carros. Crescer perto de Daytona Beach, cercado pela cultura das corridas, só reforçou esse interesse.

O que começou como curiosidade acabou se transformando em ação. Tom construiu seu primeiro carro, experimentou diferentes formas de pilotar e, mais tarde, descobriu o autocross. Mas foi só quando frequentou a Skip Barber Racing School que tudo fez sentido. A partir daí, ele obteve suas licenças de piloto e começou a construir uma carreira séria no automobilismo — uma carreira que já dura mais de 16 anos.

Como muitas de suas trajetórias pessoais, a jornada de Tom nas corridas não foi linear. Depois de conquistar sua licença profissional em 2016, ele se afastou das pistas para se dedicar à família, após o nascimento de seu terceiro filho com a esposa. Foi somente em 2024 que ele retornou às corridas de forma significativa, recuperando rapidamente o ritmo e competindo no Campeonato Nacional da SCCA de 2025.

Equilibrando dois mundos

Quando Tom não está ao volante, ele administra sua própria empresa de serviços financeiros, especializada em planejamento de aposentadoria e gestão de patrimônio. É um ambiente bem diferente das pistas, mas que ainda exige foco, disciplina e pensamento estratégico.

Esse equilíbrio entre a precisão no seu trabalho diário e o desempenho no dia da corrida reflete uma mentalidade que permeia tudo o que ele faz.

Uma paixão pessoal com ligação à empresa

Esta temporada traz um significado ainda maior. Tom está competindo com a Security First Insurance como patrocinadora principal de seu carro — uma empresa liderada por seu pai, o CEO Locke Burt, e sua irmã, a presidente Melissa Burt DeVriese.

O que começou como uma ideia improvável se transformou em uma parceria significativa. Tom brincou dizendo que seu pai certa vez lhe disse para nem sequer pedir patrocínio, mas hoje a empresa apoia totalmente a iniciativa.

Para Tom, o patrocínio representa mais do que visibilidade — é uma forma de representar as pessoas e a cultura por trás da marca.

“Significa muito”, compartilhou ele, refletindo sobre a oportunidade de levar o nome da empresa para a pista e representar o “sangue, suor e lágrimas” que os funcionários investiram ao longo dos anos.

Esse orgulho transparece nos detalhes — desde equipar sua equipe profissionalmente até garantir que o time reflita o mesmo nível de excelência associado ao nome Security First.

Nos bastidores: onde o trabalho de verdade acontece.

Embora o dia da corrida possa durar menos de uma hora, o trabalho por trás dela é extenso — e muitas vezes invisível.

A preparação começa semanas antes. Para o próximo fim de semana de corrida na Carolina do Sul, Tom e sua equipe viajarão centenas de quilômetros com vários carros, coordenando equipamentos, suprimentos e logística da equipe para garantir que tudo esteja pronto antes mesmo de chegarem à pista.

Fisicamente, as corridas exigem resistência. Os pilotos competem em temperaturas extremas — frequentemente acima de 100 graus Celsius — enquanto lidam com intensas forças G. Manter-se em ótima forma não é opcional; é essencial.

Mentalmente, a preparação é igualmente rigorosa. Antes de cada corrida, Tom visualiza cada detalhe da pista — quando trocar de marcha, onde frear, como fazer cada curva. Nos momentos finais antes de entrar no carro, ele se isola para se concentrar e mentalmente repassar uma “volta perfeita”.

Após a corrida, o trabalho continua. Os dados são analisados, os vídeos são revistos e o feedback do treinador ajuda a aprimorar o desempenho para o próximo evento.

Um esporte coletivo em todos os níveis.

Apesar de os holofotes estarem frequentemente voltados para o piloto, Tom enfatiza que as corridas são fundamentalmente um trabalho de equipe.

Cada componente de um carro de corrida requer atenção — dos pneus aos equipamentos de segurança — e cada peça tem um ciclo de vida que precisa ser monitorado e mantido. Nos bastidores, uma equipe coordenada trabalha para garantir que o carro tenha o desempenho esperado quando mais importa.

“É preciso um pequeno exército”, explicou Tom, destacando a coordenação necessária para que tudo funcionasse perfeitamente.

Conectando os pontos para priorizar a segurança

Para Tom, a ligação entre as corridas e a Security First Insurance é clara: preparação, trabalho em equipe e execução sob pressão.

Ele compara a preparação para uma corrida à preparação para um furacão. Na Security First, as equipes passam meses se preparando para tempestades — para que, quando uma chegar, estejam prontas para responder com rapidez e eficácia. As corridas funcionam da mesma maneira. Semanas de preparação culminam em um curto período em que tudo precisa funcionar perfeitamente.

“Quando a bandeira verde é acenada”, observou Tom, “é aí que toda a preparação é posta à prova – tal como quando uma tempestade atinge a costa.”

Um Número de Assinatura — e um Toque Pessoal

Até mesmo a placa do carro de Tom reflete sua mentalidade. Dirigir com o número zero não era comum originalmente, mas ele viu ali uma oportunidade de se destacar.

Nas corridas, números menores são considerados melhores — então Tom fez uma pergunta simples: o que é melhor que um? Zero. Esse pensamento se tornou sua marca registrada, e agora todos os carros que ele dirige exibem esse número característico.

Velocidade, Paixão e Perspectiva

Na pista, Tom atinge velocidades de até 170 km/h em Daytona e cerca de 145 km/h em outros circuitos. Mas para ele, não se trata apenas de velocidade — trata-se da experiência, da disciplina e da conexão que isso proporciona.

As corridas permitem que ele envolva sua família em algo que ama, ao mesmo tempo que se esforça para melhorar a cada prova. E agora, com a Security First ao seu lado, essa paixão ganha um significado ainda maior.

Para Tom Burt, correr é mais do que cruzar a linha de chegada — é tudo o que acontece antes da largada. E seja aconselhando clientes sobre planejamento financeiro ou se preparando para um fim de semana de corrida, os mesmos princípios se aplicam: preparação, disciplina e uma equipe na qual você pode confiar quando mais importa.

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